laboratório · engenharia de software

viralabs: sistemas sem pedigree, construídos com a calma de quem desenha cada detalhe.

O laboratório de Daniel Souza. Da arquitetura ao deploy: backends, APIs e cloud desenhados para durar, sustentados por times íntegros, maduros e de alta performance. Menos, porém melhor.

// navegue e veja a cor descer a rampa

seleção

Projetos

01

brabo

2026
Um time de agentes de IA orquestra aplicações do briefing ao deploy — com autoridade humana por design. Nada com efeito externo acontece sozinho: cada commit, merge e comando passa por governança, política e auditoria. Liderança de times, agora aplicada a máquinas. nestjs · elixir/otp · react · kubernetes
02

logger-masking

github
Utilitário Java para mascarar dados sensíveis em logs — onde cada linha logada é um risco de vazamento. Segurança como padrão, não como remendo. java · logging · lgpd
03

Operações críticas em escala

2018—
Arquiteturas serverless e orientadas a eventos sustentando operações que não podem parar: Lambda, SQS, DynamoDB e Batch — construídas e mantidas com times que funcionam sob pressão. aws · node/typescript · python
04

Este site

2026
Primeiro artefato do design system viralabs: a pelagem do caramelo como rampa de tokens, asfalto quente à noite, areia de dia — a base visual das próximas aplicações do laboratório. css · design tokens · view transitions
sobre

Sem pedigree, com intenção.

viralabs é o laboratório de Daniel Souza, engenheiro de software em São Paulo. O nome vem do vira-lata caramelo: nada de linhagem importada — excelência de rua, resiliente, leal e sem cerimônia. Acredito que clareza é uma feature, no código e na liderança, e gosto de sistemas que envelhecem bem e de formar times íntegros, maduros e de alta performance.

Este espaço não tem fotos nem fogos de artifício — tem um sistema pensado para durar: de dia, areia; à noite, asfalto quente.

design system

A pelagem à vista.

--bg
--surface
--text
--mel
--caramelo
--canela
--rapadura
--queimado
--focinho

A cor aqui nunca troca de matiz — desce a rampa da pelagem, do mel do peito ao queimado do lombo, e o fundo esquenta junto, um fio por seção. O focinho não viaja: é tinta e detalhe. Toque no ◐ lá em cima.

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